Em 20 de agosto de 2026, ações de empresas do setor de criptoativos listadas em bolsa, como Strategy (MSTR), Coinbase (COIN), Circle (CRCL) e BitMine (BMNR), tiveram valorização superior a 7%, com MSTR subindo 7,01% para US$ 103,58, COIN 6,02% para US$ 159,47 e CRCL 3,14% para US$ 78,50. Essa valorização é um reflexo direto da disparada do mercado de criptomoedas, onde a exposição ao Bitcoin e a outros ativos digitais no balanço dessas empresas ou através de suas operações de plataforma impulsiona o preço de suas ações. O desempenho positivo beneficia diretamente MSTR, que detém grande quantidade de BTC, e COIN, que se beneficia do aumento do volume de negociação e da adoção de criptoativos. Para o investidor brasileiro, o movimento ressalta a correlação entre o mercado global de cripto e ativos dolarizados, podendo gerar oportunidades em ETFs de cripto listados na B3, como HASH11 e BITH11. Similarmente, durante a alta do Bitcoin em 2021, empresas como Coinbase e MicroStrategy viram suas ações dispararem, com COIN atingindo picos de mais de US$ 300 e MSTR acima de US$ 1.000. Os próximos gatilhos a monitorar incluem o Payroll dos EUA em 4 de setembro de 2026 e a reunião do FOMC em 16 de setembro de 2026, pois decisões de política monetária podem influenciar a liquidez global. No médio prazo, a sustentabilidade da alta das criptomoedas dependerá da macroeconomia global e da continuidade da adoção institucional, com cenários bullish se a inflação ceder e juros estabilizarem.
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