Carteira Valor adota perfil defensivo após eleição

A publicação do Valor Econômico, em 4 de novembro de 2026, informou que, após a surpresa nas eleições e a piora na percepção das contas públicas, analistas aumentaram a cautela e concentraram as recomendações para novembro. Apenas 35 ações foram incluídas na Carteira Valor, a menor concentração desde março de 2018. Das dez ações mais recomendadas, cinco mudaram: a Petrobras assumiu a liderança, substituindo o Itaú, e recebeu indicação de nove casas de análise. As exportadoras passaram a ser o setor favorito, com Vale e Suzano recebendo seis recomendações cada, Embraer cinco e WEG quatro. No segmento financeiro, o Itaú ficou com seis indicações e a Caixa Seguridade com quatro, enquanto B3, BTG e Banco do Brasil foram excluídos. As utilidades públicas mantiveram Sabesp (três indicações) e Axia Energia (duas), e a Telefônica entrou com três recomendações. As empresas de consumo Localiza e Lojas Renner foram retiradas. A carteira, composta pelas dez ações mais recomendadas por 16 instituições, registrou queda de 16,97% no mês passado, contra 9,88% do Ibovespa; nos últimos 12 meses, a seleção recuou 2,23% enquanto o índice subiu 12,29%. Entre as participantes da Carteira Valor estão Ágora Investimentos, Andbank, Ativa Investimentos, Banco Daycoval, BB Investimentos, Benndorf Research, CM Capital Corretora, Empiricus, Genial, Monte Bravo, Nova Futura, Planner Corretora, Safra Corretora, Santander Corretora, Terra Investimentos e XP Investimentos.

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