O evento realizado em 15 de setembro reuniu representantes de geração, transmissão e distribuição para analisar a implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O debate destacou que os novos tributos aumentam o custo de operação, reduzindo margens de lucro e comprometendo projetos de expansão. Como os contratos de concessão são de longo prazo, o repasse integral dos tributos pode ser limitado, gerando risco de queda nos dividendos. A pressão sobre a rentabilidade afeta diretamente as ações das principais empresas de energia listadas na B3. Investidores deverão observar a evolução legislativa no Congresso, que definirá se os encargos serão aplicados integralmente ou com mitigação. Historicamente, mudanças tributárias no setor elétrico têm provocado volatilidade nas ações de energia. O gatilho imediato será a aprovação ou adiamento da CBS/IBS nas próximas semanas, definindo o viés de curto prazo para o mercado.
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