Em 03/11/2026, a corretora XP, que já considerava a WEG (WEGE3) uma empresa de alta qualidade, informou que a deterioração do cenário macroeconômico após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tornou a tese de investimento mais atrativa. Nesse sentido, a XP elevou a recomendação de neutra para compra e aumentou o preço‑alvo para o fim de 2027 de R$ 53 para R$ 60. A análise destacou o perfil defensivo da companhia, sua presença global e a proteção natural contra oscilações cambiais. A corretora também apontou que a expansão da carteira de pedidos deve sustentar o crescimento da receita, com um CAGR estimado em 18% (16% em termos neutros ao câmbio) entre 2027 e 2029, e um crescimento anual composto do lucro de cerca de 20% entre 2026 e 2029. O principal risco identificado foi o investimento em despesas de capital (capex) ligados à inteligência artificial, risco que a XP considera já refletido na reavaliação dos múltiplos de empresas globais do setor de redes elétricas.
A decisão do governo Lula em 2025 de ampliar investimentos em infraestrutura elétrica e de energia, e a divulgação de dados de capex da WEG em 2027, definirão se a empresa sustenta o crescimento projetado.
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