HTMX11 detalha resultado de setembro e avanço em hotéis

HTMX11 detalha resultado de setembro e avanço em hotéis O fundo imobiliário HTMX11 divulgou em outubro de 2026 seu relatório gerencial referente a setembro, com resultado acumulado de R$ 35,55 milhões entre janeiro e setembro e dividend yield de 13,62% nos últimos 12 meses. O documento também detalha a venda de apartamentos e a operação dos hotéis que compõem a carteira em São Paulo. Perguntas frequentes sobre o HTMX11 Qual foi o resultado até setembro de 2026? Entre janeiro e setembro de 2026, o fundo acumulou resultado de R$ 35,55 milhões, equivalente a R$ 12,31 por cota. As receitas totais no período somaram R$ 41,46 milhões, com despesas de R$ 5,91 milhões. A Black Friday da Suno já começou e essa é sua a chance de desbloquear mais de R$ 300 mil em bônus, além de um plano de investimentos para os próximos três anos. Confira como clicando aqui. De onde vieram as receitas do fundo no período? A exploração hoteleira gerou R$ 21,83 milhões, enquanto a venda de apartamentos trouxe R$ 18,19 milhões em lucros. Aplicações em renda fixa contribuíram com R$ 1,45 milhão adicional. Quanto o fundo pagou de dividendos em 2026? O fundo distribuiu R$ 1,20 por cota em julho, agosto e setembro, somando R$ 11,15 por cota entre janeiro e setembro. Com a cotação de R$ 136,47, o dividend yield dos últimos 12 meses chegou a 13,62%. Quantos apartamentos o fundo já vendeu? Em setembro de 2026, o fundo vendeu um apartamento no Innside São Paulo Iguatemi, totalizando 643 unidades comercializadas desde o início da estratégia de desinvestimento. A carteira remanescente tinha 705 apartamentos em 14 hotéis no início de outubro. Como está distribuída a carteira de hotéis? A maioria dos quartos (67%) está na categoria econômica, com 27% em midscale e 7% em upper midscale. Geograficamente, 73% das unidades ficam na região Berrini–Chucri Zaidan, e as operadoras são Accor (80%) e Estanplaza (20%). Como evoluiu a ocupação dos hotéis do fundo? Em agosto de 2026, a taxa de ocupação chegou a 71%, alta de quatro pontos percentuais frente a agosto de 2025. A diária média subiu para R$ 627 e o RevPAR atingiu R$ 443, crescimento de 10% em 12 meses. O que explica a melhora no desempenho hoteleiro? Segundo a gestão do fundo, a recuperação das viagens corporativas e a realização de feiras e eventos em São Paulo impulsionaram a demanda por hospedagem, favorecendo a ocupação e o RevPAR dos hotéis. Para acompanhar outros indicadores de fundos imobiliários e desdobramentos do setor hoteleiro, consulte a editoria de Fundos Imobiliários do Suno Notícias.

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