A MarketWatch argumenta que comprar ações em máximas históricas é preferível a esperar por uma queda de 20%, pois esta pode não ocorrer ou, se ocorrer, o preço ainda ser superior ao atual. O mecanismo econômico por trás disso reside na natureza dos mercados de alta, que são impulsionados por lucros corporativos crescentes e inovação, levando a valorizações contínuas e novos recordes. Consequentemente, investidores que adiam a entrada em ETFs de mercado amplo como SPY, QQQ ou BOVA11 correm o risco de perder ganhos significativos. Para o investidor brasileiro, a lógica se aplica tanto a ativos globais quanto locais, onde a espera por quedas pode resultar em perdas de oportunidades em momentos de valorização do Ibovespa. Historicamente, o S&P 500, após grandes quedas como a de 2008, não apenas se recuperou, mas atingiu novos picos, tornando a espera uma estratégia de alto custo. A sustentação do crescimento dos lucros corporativos e a política monetária dos bancos centrais são gatilhos contínuos para o mercado. No médio prazo, a paciência e o investimento consistente, mesmo em máximas históricas, tendem a superar a tentativa de prever reversões de mercado.
Nos próximos 6 a 12 meses, espera-se que os mercados de ações, representados por SPY, QQQ e BOVA11, continuem a testar novas máximas, impulsionados por resultados corporativos e inovações. O principal gatilho para uma potencial aceleração ou desaceleração será a política de juros dos bancos centrais, como as próximas decisões do FOMC. Investidores que buscarem cronometrar o mercado provavelmente perderão ganhos potenciais.
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