Hong Kong, o mercado imobiliário mais caro do mundo, tem compradores que evitam imóveis com descontos significativos vinculados a mortes 'não naturais', como homicídio ou suicídio, segundo agentes imobiliários. Esse comportamento contrasta fortemente com partes da Europa, especialmente na França, onde os compradores frequentemente estão dispostos a adquirir propriedades sob a mesma condição de venda, apesar dos riscos associados.
A decisão do governo de Hong Kong em manter ou alterar políticas de alavancagem imobiliária e a resposta regulatória da França sobre imóveis vinculados a mortes não naturais definirão a evolução da demanda e dos preços nesses mercados. O próximo relatório trimestral do Instituto de Pesquisa de Imóveis de Hong Kong, previsto para 30 de novembro, e a publicação de dados de mercado da França em 15 de dezembro serão pontos críticos.
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