Filantropia precisa ser mais "indutora" para que produtividade não deixe brasileiros para trás

Em painel que encerrou dois dias de debates sobre produtividade e sustentabilidade promovidos pelo Instituto Itaúsa, superintendente da Fundação Arymax, Vivianne Naigeborin, no âmbito da São Paulo Climate Week, nesta terça-feira (04), defendeu que a filantropia brasileira precisa assumir um papel mais indutor para garantir que os ganhos de produtividade do país não deixem milhões de trabalhadores para trás. Ela dividiu a mesa com a cientista política Mônica Sodré, da Meridiana, e o conselheiro V

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