Embora o rali recente dos mercados emergentes tenha sido interpretado por parte dos investidores como um sinal de retorno do fluxo para esses países, a alta reflete os desdobramentos da tese de inteligência artificial (IA), e não uma melhora estrutural da percepção sobre essa classe de ativos. Essa é a avaliação do sócio e gestor de renda variável da Reach Capital, Henrique Lara. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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