Lucas Di Grassi, ex-automobilista, argumenta que o mundo está vivenciando uma 'expansão energética' em vez de uma 'transição', indicando que a demanda por energia global é tão elevada que exige a operação e o desenvolvimento de diversas fontes simultaneamente. Este mecanismo econômico implica que a necessidade de energia não será satisfeita apenas pela substituição de fontes fósseis por renováveis, mas sim por um aumento na produção de todas as matrizes. Historicamente, períodos de crescimento econômico robusto, como o pós-Segunda Guerra Mundial, foram acompanhados por um aumento exponencial no consumo de energia, validando a tese de expansão. O desfecho dessa tese dependerá da capacidade global de oferta de todas as fontes energéticas para suprir a demanda crescente, e de como as políticas públicas e os avanços tecnológicos se adaptarão a esse cenário.
As próximas projeções da Agência Internacional de Energia (IEA) e da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) sobre a demanda e o mix energético global, esperadas para o início de 2027, serão cruciais para validar ou refutar a tese de expansão energética.
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