A APV registrou 559.825 contêineres movimentados entre janeiro e junho de 2026, representando alta de 11,14% em relação ao mesmo período de 2025, com destaque para o crescimento das importações. Esse volume maior eleva a necessidade de transporte marítimo, pressionando tarifas e receitas das empresas de shipping. O efeito se propaga ao setor logístico, que pode ver maior demanda por serviços portuários e intermodais. No Brasil, a tendência global de aumento de comércio pode refletir em maior uso de rotas marítimas que conectam a Europa ao continente sul‑americano. O mercado acompanha a divulgação dos dados semestrais da APV, que servirá como referência para a segunda metade do ano. Caso o ritmo de crescimento se mantenha, os indicadores de frete e os índices de carga marítima deverão registrar alta. O desfecho dependerá da evolução do comércio internacional e das próximas publicações de tráfego portuário.
O desfecho será definido pelos dados de tráfego portuário da segunda metade de 2026, divulgados pela APV em dezembro de 2026, e pelos indicadores de frete de contêineres (SCFI) e do Baltic Dry Index nas próximas semanas.
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