Dados do IBGE revelaram que o Brasil alcançou uma taxa de analfabetismo abaixo de 5% em 2025, com 8,4 milhões de pessoas de 15 anos ou mais sem saber ler e escrever. Embora este seja um marco histórico, a meta estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE) não foi integralmente cumprida. A melhoria no nível educacional da população brasileira é um fator estrutural positivo, sinalizando um potencial aumento da produtividade e da renda per capita no médio e longo prazos. Consequentemente, espera-se um impacto positivo no consumo e na demanda por serviços, beneficiando setores como varejo, educação privada e serviços financeiros. O Smart Money deverá considerar este dado na sua alocação estratégica para o Brasil, embora o impacto imediato no mercado seja limitado. Historicamente, países que investiram massivamente em educação, como a Coreia do Sul nos anos 1970, viram seu PIB crescer de forma acelerada. Os próximos relatórios do IBGE sobre o mercado de trabalho e educação serão cruciais para monitorar a continuidade desta tendência.
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