O presidente Trump declarou que o Estreito de Ormuz será reaberto na sexta-feira, condicionado à assinatura de um acordo com o Irã, conforme noticiado pela Bloomberg Markets. Este desenvolvimento reduz significativamente o risco de interrupção no fornecimento global de petróleo, além de abrir caminho para um potencial aumento da oferta iraniana. Consequentemente, espera-se uma pressão de baixa nos preços do petróleo bruto, afetando negativamente tickers como USO, PETR4 e XOM, enquanto beneficia companhias aéreas como AZUL4 e empresas de transporte marítimo como APMM.CO. Para o investidor brasileiro, a queda do petróleo pode valorizar o Real (BRL) e impulsionar o IBOV, com a Selic potencialmente menos pressionada por choques externos de energia. O Smart Money deve iniciar uma rotação de ativos de refúgio, como GLD, para setores mais sensíveis ao crescimento econômico e ao consumo. Um paralelo histórico é o acordo nuclear com o Irã em 2015, que resultou em uma queda de aproximadamente 20% no preço do Brent nos seis meses seguintes. O gatilho crucial a monitorar é a assinatura formal do acordo na sexta-feira, com a subsequente reação dos mercados de energia e câmbio. No horizonte de médio prazo, a expectativa é de estabilização dos preços de energia e uma redução do prêmio de risco geopolítico.
Se o acordo for assinado conforme anunciado na sexta-feira, espera-se uma queda imediata de 3-5% nos preços do Brent (atualmente $84.40) nas 24-48 horas seguintes, podendo testar a faixa de $78-80/barril em 1-2 semanas. O mercado ajustará rapidamente o prêmio de risco, com forte reação em ativos ligados ao petróleo e setores de transporte.
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