A BofA cortou o preço-alvo da Apple após a primeira apresentação de iPhone sob John Ternus, citando um aperto de processadores de memória como risco. O aperto eleva custos de componentes críticos, comprimindo a margem operacional da empresa. Analistas esperam que a redução do alvo reflita uma expectativa de lucro menor nos próximos trimestres. Para os investidores brasileiros, a queda de AAPL pode pressionar fundos que replicam o índice S&P 500 ou o BOVA11. Um paralelo histórico ocorreu em 2018, quando a escassez de memória contribuiu para um recuo de 5 % nas ações da Apple após corte de preço-alvo. O gatilho a monitorar é a evolução do fornecimento de chips de memória nas próximas duas a quatro semanas; se a situação melhorar, o impacto negativo pode se atenuar.
Nas próximas 2‑4 semanas, se a oferta de memória melhorar, AAPL deve limitar queda a <2 %; se o aperto continuar, a ação pode recuar até 3 %.
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