Rubio says Trump wants to end Iran war 'peacefully' even as both sides prepare for strikes

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou no último fim de semana que o presidente Donald Trump deseja resolver o "conflito iraniano" por vias diplomáticas, buscando evitar o uso da força militar. Segundo Rubio, o presidente expressa confiança na capacidade militar dos EUA, mas a preferência é por uma solução pacífica. Tais comentários são feitos enquanto surgem relatórios, incluindo do The Wall Street Journal e The New York Times, indicando que ambos os lados estão se preparando para possíveis ataques militares adicionais após as eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro. No sábado, o líder supremo iraniano Mojtaba Khamenei conclamou as forças armadas de Teerã a responderem a "qualquer nível ou tipo de ameaça" com uma "resposta imediata, impactante e geograficamente irrestrita". Ele também ordenou a atualização do banco de dados militar para que "todos os tipos de ativos físicos e não-físicos do inimigo EUA-sionista estejam ao alcance das Forças Armadas", referindo-se às forças dos EUA e de Israel. Embora Washington não tenha declarado explicitamente planos para retomar ataques, o presidente Trump afirmou no domingo à Right Side Broadcasting Network que "ou eles farão um acordo, ou nós simplesmente vamos acabar com isso". No domingo, o Ministério das Relações Exteriores do Irã designou os Serviços de Inteligência Militar do Reino Unido como um "grupo hostil", acusando a Marinha Real e a Força Aérea britânicas de apoiar "organizações terroristas". Em uma postagem no Telegram, o ministério justificou a medida como resposta às ações "maliciosas" de Londres, incluindo a designação da Guarda Revolucionária Islâmica como "organização terrorista". Teerã também acusou o Reino Unido de participar do conflito EUA-Irã ao permitir o acesso de forças americanas às bases militares e logísticas britânicas, como RAF Fairford e Diego Garcia, para o que foram descritos pela BBC como ataques "defensivos" contra o Irã.

Análise

O desfecho dependerá de futuras declarações e ações concretas dos governos dos EUA, Irã e Reino Unido, especialmente após as eleições de meio de mandato nos EUA, em 3 de novembro. Será crucial observar a resposta iraniana à designação do Reino Unido como "grupo hostil" e as movimentações militares na região para avaliar a probabilidade de um conflito armado ou de uma solução negociada.

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