A Polícia Federal (PF) divulgou uma nota nesta quarta-feira (27) dizendo que a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil após as restrições impostas a Flávio Bolsonaro (PL) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não dão ao senador o status de foragido, nem autorizam a sua prisão, vigilância permanente ou outras medidas cautelares. A corporação ainda informou que investiga as circunstâncias do descumprimento das ordens judiciais pelo investigado, atuando nos limites da legislação e no cumprimento das determinações judiciais. Na segunda-feira, a PF intimou Flávio, por ordem de Moraes, para que ele entregasse os passaportes à corporação. O ministro ainda determinou que o senador estava proibido de sair do país e de se comunicar com outros investigados. O pedido pela aplicação das medidas foi feito após os investigadores constatarem que havia risco de fuga do senador, no domingo (25), após a sua derrota nas eleições presidenciais. Apesar de o senador ter publicado em suas redes sociais que entregaria os documentos à PF, ele descumpriu a decisão judicial e fugiu para os Estados Unidos, atravessando a fronteira do Brasil com a Argentina e pegando um voo que o levaria até Miami, após uma escala no Equador. De acordo com a PF, no entanto, não há registro oficial da saída de Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil nos postos de controle migratório do país. Segundo a corporação, após a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes determinando apreensão de passaportes, a proibição de saída do país e a restrição de contato com outros investigados, após os investigadores identificarem risco de saída do Brasil pelo senador, a PF cancelou os documentos, inseriu um alerta no sistema SONAR e intimou Flávio na terça-feira (26).
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