O CEO da EDP na América do Sul, João Brito, afirmou que o lote arrematado pela companhia no leilão de transmissão encerrado nesta sexta-feira na B3, em São Paulo, ficou dentro da expectativa de rentabilidade da empresa, mesmo com um deságio de 53,29%. Questionado sobre o impacto de fatores macroeconômicos afetando as ofertas diante de um certame disputado, o executivo afirmou que os valores praticados “mostram a vitalidade do setor e a competitividade das empresas”. “No nosso caso, ficamos felizes com o resultado, que está dentro daquilo que é a nossa expectativa de rentabilidade. Portanto, mostra também a competitividade que nós temos neste negócio”, afirmou a jornalistas e reforçando que a companhia está há 10 anos neste segmento no país. A EDP será responsável pelo lote 2, que compreende a construção de 126 km de linhas e uma subestação de 300 MVA para atender a região Nordeste de Goiás, com obras em municípios goianos de Iaciara e Guarani de Goiás, e em Correntina, na Bahia. O investimento previsto pela Aneel para o trecho é de R$ 317 milhões, e o prazo para início da operação comercial é de 48 meses. A EDP já atua em transmissão no Estado e, segundo Brito, reforça o compromisso da companhia com ele. Unsplash
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