Trump afirmou que os EUA podem "aniquilar" o Irã caso não se alcance um acordo de paz, intensificando a retórica de confronto. Para o investidor brasileiro, a alta do petróleo pode gerar pressão inflacionária, afetando o BRL e a Selic. Bancos centrais monitoram a volatilidade de commodities, enquanto fundos de energia e defesa acumulam posições longas. Paralelo histórico: em 2012, a tensão nuclear com o Irã elevou o preço do Brent cerca de 10% e impulsionou ações de defesa em torno de 8%. O gatilho a ser monitorado são quaisquer sanções adicionais ou incidentes militares envolvendo Irã e EUA. No médio prazo, enquanto a tensão persistir, petróleo, defesa e ouro podem permanecer em alta, revertendo caso haja desescalada diplomática.
Nos próximos 2‑4 semanas, se houver sanções adicionais ou incidentes militares envolvendo Irã, espera‑se alta de 5‑10% em XOM e CVX, 5‑8% em LMT e RTX, e 4‑6% em GLD; caso a diplomacia avance, risco recua e ativos podem estabilizar.
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