Mitchell Askew, em análise da Bitcoin Magazine, aponta que 15 milhões de Bitcoin permanecem inativos na rede, um volume que representa uma parcela significativa da oferta total. Essa inatividade prolongada é interpretada como um sinal de exaustão de vendedores, indicando que a oferta disponível para negociação é limitada, o que exerce pressão de alta sobre o preço do ativo. Para investidores brasileiros, a valorização do Bitcoin pode ser capturada via HASH11 na B3, refletindo o sentimento global. Historicamente, períodos com alta proporção de Bitcoin inativo precederam valorizações significativas, como visto no ciclo de 2020-2021. O próximo gatilho a monitorar seria a manutenção dos níveis de preço atuais do BTC (US$77k) e a confirmação de fluxos institucionais crescentes nos ETFs de Bitcoin. No médio prazo, se a tese de exaustão de vendedores se sustentar, o Bitcoin pode consolidar um novo patamar de preço, com potencial para testar novas máximas históricas no próximo trimestre.
Um gatilho para aceleração seria a confirmação de cortes de juros pelo Fed, aumentando o apetite por risco.
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