O mercado brasileiro de recuperação de crédito opera sob pressão estrutural. Segundo a Serasa Experian, a base de consumidores negativados ultrapassou 72 milhões em 2024, patamar que se mantém elevado desde a pandemia e que expõe os limites dos modelos tradicionais de cobrança. Levantamentos agregados de CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Boa Vista (órgão de proteção ao crédito) reforçam o diagnóstico: o endividamento
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