Disputa judicial entre Latache e Josephina por conselho da Oncoclínicas

A disputa de liminares entre os acionistas da Oncoclínicas, representados por Latache e pelo fundo Josephina III, avançou para a fase das eleições do conselho de administração. Desde 1º de outubro, a companhia opera com um conselho interino após a renúncia de Paulo Belém. O fundo Josephina III, da gestora Centaurus, obteve, em decisão judicial, o cancelamento da assembleia prevista para 6 de novembro, que definiria os novos conselheiros. Como o fundo estava inadimplente por não ter avançado com a oferta pública de aquisição de ações (OPA), não apresentou chapa nem indicou nomes, embora pudesse fazê‑lo até a data de hoje. A chapa única apresentada inclui Marcelo Curti (presidente), Hélio Paulo Ferraz (vice‑presidente), Antonio Buchaul, Lourival Antunes Maciel e Claudio Rehder. Fontes indicam que o Josephina pretende manter o conselho atual, que conta com três membros independentes contrários à gestora Latache e ao fundo Lume, dos irmãos Wald, que tem três conselheiros indicados. A disputa está associada a uma OPA estimada em até R$ 14 bilhões.

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