As bolsas da Europa registraram alta, buscando compensar as quedas do dia anterior, enquanto os mercados globais reagiam a fatores macroeconômicos. Essa alta foi impulsionada por dois mecanismos principais: a queda nos preços do petróleo Brent, que recuou e a redução nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, com o US 10Y yield em 5.24%. A queda dos juros nos EUA tende a atrair capital para mercados emergentes, incluindo o Brasil, influenciando o câmbio (USDBRL) e o fluxo de investimentos para o IBOV. Os mercados agora aguardam a divulgação do payroll dos Estados Unidos, prevista para 02 de outubro de 2026, que pode redefinir as expectativas sobre a política monetária do Fed. Historicamente, em 2019, períodos de alívio nas tensões comerciais e queda nos juros globais, juntamente com recuo do petróleo, levaram a altas de 10-15% em índices europeus como o DAX em trimestres subsequentes. O desfecho será determinado pela leitura do payroll e pela sua interpretação sobre a trajetória dos juros do Fed, além da sustentabilidade do recuo do petróleo.
O que define o desfecho será a divulgação do payroll dos Estados Unidos em 02 de outubro de 2026 e a consequente reavaliação das expectativas de política monetária do Federal Reserve. A sustentabilidade do recuo do petróleo também será um fator crucial para os custos corporativos.
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