O dólar à vista exibiu queda na terça-feira, devolvendo parte da valorização expressiva da sessão anterior. Operadores entenderam que a dinâmica do pós‑eleição de Lula pode ter sido exacerbada, mas que esse ajuste de hoje não necessariamente signifique o fim do pessimismo com o câmbio doméstico, uma vez que o problema fiscal e a falta de perspectiva para a sustentabilidade da dívida pública seguem presentes. No fim do pregão, o dólar à vista fechou em queda de 0,97%, cotado a R$ 5,3502, depois de ter batido na mínima de R$ 5,3080 e encostado na máxima de R$ 5,4122. Já o euro comercial recuou 1,34%, a R$ 5,9576. O real apresentou o segundo melhor desempenho entre as 33 moedas mais líquidas, atrás apenas do shekel israelense. Perto das 17h15, no exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, avançava 0,37%, aos 102,304 pontos.
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