O audiovisual brasileiro ganha espaço nas casas do país e a disputa se dá agora nas vitrines digitais. Dados da PNAD Contínua do IBGE mostram que os serviços de vídeo sob demanda chegaram a 33,4 milhões de domicílios brasileiros em 2025, presentes em 44,4% dos lares com televisão, enquanto a TV por assinatura recuou para 23,5%, o menor nível da série histórica. O avanço deixou de ser um fenômeno das regiões de maior renda: o Centro-Oeste lidera, com 51,5% dos lares com televisão assinando alguma
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