Os houthis do Iêmen mantêm demandas de 8 de setembro que rejeitam o roteiro da ONU de 2023, que previa salários e participação na receita de petróleo e gás iemenitas. Essa postura eleva o risco de interrupção nos estreitos de Bab al‑Mandab e no tráfego marítimo do Mar Vermelho, aumentando custos de frete e seguros e pressionando a oferta global de petróleo. Paralelo histórico: durante a crise do Canal de Suez em 2021, o Brent subiu cerca de 10 % em duas semanas. O gatilho a monitorar são incidentes de ataque a navios no Mar Vermelho ou novas sanções à Irã, que podem elevar rapidamente o spread de frete.
Nas próximas 2‑4 semanas, se houver ataque a navios no Mar Vermelho, XOM e PETR4 podem subir 3‑5 % enquanto DAL pode recuar 2‑3 %; se a situação se estabilizar, os preços deverão permanecer próximos ao nível atual.
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