Futuros de cobre negociaram em torno de $6.45 por libra na sexta-feira, após uma queda de quase 5% na sessão anterior, pressionados por relatos de que os EUA estão reconsiderando planos de impor tarifas de importação sobre metais refinados. A possível não imposição de tarifas remove a pressão de alta artificial sobre os preços do cobre, aliviando custos para indústrias consumidoras e impactando negativamente mineradoras. Para o investidor brasileiro, a descompressão nos preços de commodities pode aliviar a pressão inflacionária e o custo de insumos industriais, impactando positivamente o IBOV e o BRL. A decisão reflete a preocupação de governos com a inflação de custos e a competitividade industrial doméstica. Historicamente, a remoção de barreiras comerciais, como a desescalada da guerra comercial EUA-China em 2019, resultou em alívio para mercados e commodities industriais. O próximo gatilho será a confirmação oficial da decisão dos EUA sobre as tarifas e a reação dos preços do cobre nos mercados internacionais. No médio prazo, a política comercial dos EUA continuará a ser um driver chave para os preços de metais industriais e cadeias de suprimentos globais.
Nos próximos 2-4 semanas, o preço do cobre ($6.45/libra) deve permanecer volátil em torno deste nível, com a confirmação oficial da política tarifária dos EUA sendo o principal gatilho.
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