O chefe de segurança iraniano declarou que as exigências de Teerã incluem o fim da guerra em todos os fronts e a retirada do bloqueio naval dos EUA, enquanto forças sauditas impediram um ataque em Riyadh. Essa diminuição da tensão reduz o risco de interrupção no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, o que tende a baixar os preços globais do barril. O cenário lembra o acordo JCPOA de 2019, que provocou queda de cerca de 15% no preço do Brent. O gatilho a ser monitorado são novos anúncios diplomáticos ou retomada de bloqueios navais, além da produção da OPEP. No médio prazo, espera‑se estabilização do preço do petróleo e recuperação dos lucros de companhias de transporte.
Caso haja retrocesso, o Brent pode subir 8‑10%, revertendo a tendência nas mesmas ações.
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