ETFs de Bitcoin registram maior saída desde junho, puxados por Fidelity e BlackRock

Esta retirada massiva de capital reflete uma aversão ao risco institucional, exacerbada pela queda de 2,5% no preço do Bitcoin e pela falha do CLARITY Act em avançar no Senado, o que aumenta a incerteza regulatória sobre o setor cripto. Investidores brasileiros expostos via ETFs listados na B3 (HASH11, BITH11) ou diretamente ao BTC podem observar desvalorização. Em maio de 2022, o colapso da stablecoin Terra/Luna e da FTX gerou saídas massivas de capital do mercado cripto, com o BTC caindo mais de 60%. A próxima divulgação de dados de inflação nos EUA (CPI) ou decisões de política monetária (FOMC) podem ser gatilhos para uma nova reavaliação de risco no mercado cripto, com investidores monitorando a postura da SEC. No médio prazo, a persistência da incerteza regulatória e a volatilidade do Bitcoin podem limitar a entrada de novos capitais institucionais, mantendo o mercado sob pressão até que haja clareza política ou um catalisador de demanda.

Análise

Nas próximas 2-4 semanas, espera-se que o Bitcoin ($75,874) permaneça sob pressão, podendo testar o suporte de $72,000.

CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real