Brasil Bitcoin diz que contrato com Renato Cariani não está mais ativo e não implica em problemas para clientes

Em comunicado divulgado na quinta-feira (29), a corretora Brasil Bitcoin informou que o vínculo com o influenciador Renato Cariani não está mais ativo e que a relação não gera problemas para os investidores que operam na empresa. O pedido de prisão contra Cariani foi apresentado pelo Ministério Público de São Paulo na última quinta-feira (28). A defesa de Cariani disse que o MPSP apresentou a acusação e que os representantes terão 30 dias para se manifestar. A Brasil Bitcoin apresentou, na última quarta-feira (28), perante a justiça de São Paulo, um documento alegando que "Parcelamentos de impostos retroativos e o patrocínio com Cariani pressionaram o resultado de 2026". O CEO e administrador Jorge Almeida afirmou que não há problemas com investidores. Erick Crus, sócio minoritário que detém 40% das cotas e deixou a administração em fevereiro de 2026, disse que não foi consultado sobre a contratação e não concorda com ela, ressaltando que a contratação de um embaixador em corretora de ativos virtuais deve passar por avaliação prévia de compliance. A Brasil Bitcoin também mencionou que a decisão de retorno do Pix e do site ao controle da empresa está em análise pelo jurídico. A empresa está aguardando o prazo final do pedido de registro junto ao Banco Central do Brasil, que vence nesta sexta-feira (30).

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