Meta diz a Nunes Marques não ter encontrado irregularidades em canal 'Exército do Lula'

A Meta, responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, disse nesta sexta-feira (23) ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, não ter encontrado irregularidades no canal “Exército do Lula”. Na quinta (22), o ministro deu 24 horas para que a empresa enviasse relatórios sobre a lista de transmissão. “A análise do Canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa, que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador. A resposta também endereça os questionamentos sobre preservação de dados; dados disponíveis, encaminhamentos e esclarecimentos sobre inexistência de serviço pago nesta interface”, disse a Meta. A empresa também comunicou ao ministro que analisou links indicados pela campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) no Instagram e o resultado é que as postagens “não violam a política da Meta”, nem indicam indícios de comportamento inautêntico coordenado. “A versão pública dos Termos de Serviço tem o mesmo alcance: veda o uso do serviço para condutas determinadas, e não de uma categoria de ‘comportamento coordenado’ aplicável à mobilização de usuários reais”, disse a empresa.

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