Um forte repique nas bolsas norte‑americanas estabeleceu novos recordes de alta, impulsionado por expectativas positivas sobre os resultados corporativos. Ao mesmo tempo, o preço do petróleo permanece elevado, o que reforça a perspectiva de juros mais altos e de rendimentos de títulos globais em níveis superiores por mais tempo. A combinação de risco‑on nos EUA e pressão de custos de energia cria um ambiente favorável para empresas de energia nos mercados globais. Analistas apontam que o sentimento positivo pode se transferir para os mercados asiáticos, que costumam reagir ao ritmo dos EUA. O desfecho dependerá da confirmação dos earnings das maiores companhias americanas e da evolução dos preços do petróleo nas próximas semanas.
O desfecho dependerá dos resultados de earnings das maiores empresas dos EUA e da evolução dos preços do petróleo, que definirão a trajetória das taxas de juros globais.
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