Em 12 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu a decisão de autorizar exportações de diesel russo apesar das críticas de autoridades ucranianas, europeias e de membros do seu próprio partido. A medida aumenta a oferta de diesel no mercado internacional, pressionando os preços ao consumidor e reduzindo a margem de refino das empresas que dependem desse combustível. Situação semelhante ocorreu em 2014, quando sanções ocidentais reduziram as exportações de petróleo russo em cerca de 30%, provocando forte volatilidade nos preços globais. O próximo gatilho a observar será a confirmação oficial de uma trégua energética entre Kyiv e Moscovo, que pode ser anunciada nas próximas semanas. O desfecho dependerá da continuidade das exportações russas e da reação das políticas de sanções dos EUA e da UE, que definirão a pressão sobre os preços de diesel.
A confirmação oficial da trégua energética entre Kyiv e Moscovo, esperada nas próximas semanas, definirá se as exportações de diesel russo continuarão e qual será o impacto nos preços de energia.
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